sexta-feira, 30 de abril de 2010
Hoje eu abri aq
uela caixinha onde eu guardo as nossas coisas, e comecei a ler e relembrar. Eu me surpreendi com tudo aquilo....cartas, fotos, papéis de bombom,cratões, pedaços de papelrabiscados com"eu te amo" ou um simples Coração, e até uma flor plastificada! Aqueles objetos, aqueles simples e mágicos pedaços de papel me mostraram um filme, a nossa tragetória... Éramos inocentes, acreditávamos que todo o amor do mundo se traduzia em belas palavras escritas em uma folha decorada carinhosamente. Que tudo aquilo que sentíamos poderia ser descrito fielmente ali naquelas linhas. Agora depois de tantas lutas, sofrimentos, perdas, conquistas, ALEGRIAS, juntos somos muito mais. Somos mais maduros, mais fortes e muito mais APAIXONADOS. Novamente estamos sendo desafiados pela vida, impostos a uma distancia física extremame
nte dolorosa (se é que posso defini-la assim ), no entanto sentimentalmente ele esta aqui tão proximo de mim, e seguramente eu posso afirmar que ele sente o mesmo. Então, voltando a falar da caixinha, se antes o nosso sentimento cabia numa folha de papel, hoje ele transborda em nossas atitudes, em nosso esforço diário,em cada gota de suor e lágrima que derramamos um pelo outro. Aos 10 anos de idade nos conhecemos, cresci ao seu lado, e sinceramente eu não me lembro de quando não o tinha por perto. Olha o que o destino fez com a gente: hoje ñ sou mais a Joyce, e ele ñ é mais o Rafael. Somos "a Joyce do Rafael" e "o Rafael de Joyce". Somos um! rsrsrs É assim que eu vou tentando
superar a saudade... me convencendo de que a distância não é o limite, pq um história para uma história bonita. Então vou continuar guardando cada pedacinho de papel, pq cada momento ao seu lado é muito vaiosopra mim. Acho que vou precisar de uma caixinha maior...
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